Educação Centrada no Aluno

No início deste mês (Março/2011) perdemos um de nossos maiores educadores: Antonio Carlos Gomes da Costa. A morte nos leva as pessoas, mas felizmente nos deixa as ideias e o exemplo delas.

Uma das mais importantes ideias legadas por Antonio Carlos foi a do Protagonismo Juvenil. Pode ser que ele não tenha inventado o conceito, mas foi ele que o sistematizou e popularizou, com um belo livro e vários artigos e entrevistas sobre o assunto. Vou me valer aqui de um artigo-entrevista, que tem o título de “Protagonismo Juvenil: O que é e como praticá-lo”, que eu publiquei na íntegra, faz já bastante tempo, em um de meus sites:

http://4pilares.net/text-cont/costa-protagonismo.htm

O termo “protagonismo” vem do grego. Etimologicamente, o protagonista é, naturalmente, o lutador principal (protos = primeiro) numa luta (agon). Por derivação, o termo se aplicou ao ator principal de uma peça ou de um filme, ou ao personagem principal de um livro.

Para o nosso propósito aqui, a grande questão que Antonio Carlos levantou foi: e na educação escolar, quem é, e quem deve ser, o protagonista?

Quem é, de facto, não há dúvida: somos nós, os educadores, os professores em lugar de destaque entre os educadores.

Nós, professores, temos uma tendência natural de valorizar nosso trabalho e nossa importância na educação escolar. É por isso que sucumbimos à tentação de nos sentir os protagonistas da educação que tem lugar no contexto escolar. Sem nós, acreditamos, o aluno não aprende o que precisa aprender – e o que precisa aprender é, acima de tudo, o conteúdo das disciplinas em que somos especializados. Se somos professores de língua portuguesa, é o Português; se somos professores de matemática, é a Matemática; se somos professores de filosofia ou sociologia, é a Filosofia ou a Sociologia (por cuja reinserção na grade curricular tanto batalhamos).

Muitos autores acadêmicos e muitas editoras voltadas para educação reforçam esse sentimento, escrevendo e publicando livros que ressaltam a importância dos professores para a educação dos alunos. Muito pouca coisa é publicada sobre o papel do aluno como protagonista de sua própria aprendizagem.

Empresas que investem na educação em regra também reforçam esse sentimento, ao concentrar seus recursos e sua atenção na formação continuada dos professores. O MEC faz o mesmo, ao criar o Portal do Professor (não o Portal do Aluno). Poucas empresas investem diretamente em alunos. A parte de portais educacionais dirigida a alunos raramente contém aquilo que interessa a eles: contém apenas o que os professores esperam que os alunos aprendam.

Mas Antonio Carlos nos lembra de que, apesar de tudo isso, e apesar do importante trabalho que nós, professores, podemos realizar na sua educação, é o aluno o lutador / ator / personagem principal da educação, inclusive da educação escolar.  Assim, o foco da educação deve estar na aprendizagem dele, não no ensino do professor.

Antonio Carlos não propõe, nem de longe, uma educação negativa, hands off, laissez faire, em que os alunos são deixados a se virar por si próprios. Para ele, o Protagonismo Juvenil é uma modalidade de ação educativa. Ele consiste na “criação de espaços e condições capazes de possibilitar aos jovens envolver-se em atividades direcionadas à solução de problemas reais, atuando como fonte de iniciativa, liberdade e compromisso. . . . O cerne do protagonismo, portanto, é a participação ativa e construtiva do jovem na vida da escola, da comunidade ou da sociedade mais ampla”.

Mas, é bom que se diga, nem toda forma de participação do jovem na vida da escola, da comunidade ou da sociedade é protagônica (para usar o jargão que foi criado a partir da expressão “Protagonismo Juvenil”). Existem, segundo Antonio Carlos, formas de participação que são a própria negação do Protagonismo Juvenil, como, por exemplo, as seguintes:

  • A participação conduzida, ou, ainda pior, manipulada
  • A participação meramente simbólica (“para não dizer que não falei das flores”…)
  • A participação apenas decorativa, em posição puramente ornamental

A participação genuína, ou protagônica, tem características próprias, que é imperativo repeitar.

  • Em primeiro lugar, ela tem por propósito o desenvolvimento pessoal e social do jovem, a sua formação como “jovem autônomo, solidário e competente”, e é, portanto, uma participação aprendente, que faz parte do processo de construção de sua identidade pessoal, social e profissional, no bojo de um projeto de vida livremente escolhido.
  • Em segundo lugar, ela tem como princípios metodológicos norteadores um clima de liberdade que não só permite, mas procura e incentiva a iniciativa, o envolvimento e o comprometimento dos jovens, e a experimentação na busca da solução de problemas reais.
  • Em terceiro lugar, esse tipo de participação só pode acontecer em ambientes verdadeiramente democráticos, em que os jovens são respeitados e vistos como fonte de solução de problemas (e não como fonte de problemas), e em que eles têm condições formais e materiais de se expressar, de se organizar e de agir, tanto na definição dos problemas que desejam enfrentar como na busca e exploração das melhores maneiras de solucioná-los.

A participação do jovem na vida da escola, da comunidade e da sociedade que leva a sério a sua condição de protagonista representa a mais importante forma de aprendizagem para o jovem que frequenta a escola. Mas representa, também, um ganho significativo para a sociedade, pois é enquanto o jovem realmente vive a liberdade e a democracia que ele aprende a praticá-las e a respeitá-las.

Com essa participação “a sociedade ganha em democracia e em capacidade de enfrentar e resolver problemas que a desafiam”, pois “a energia, a generosidade, a força empreendedora e o potencial criativo dos jovens é uma imensa riqueza, um imenso patrimônio que o Brasil ainda não aprendeu utilizar da maneira devida”.

Uma escola que leva a sério o protagonismo juvenil exige um novo tipo de professor – um professor que exerce uma ou mais de várias funções não-protagônicas: que elabora roteiros, ou constrói cenários, ou escreve trilhas sonoras, ou elabora figurinos, ou fotografa as cenas, ou edita as partes e compõe o conjunto, ou divulga o resultado… ou orienta os atores de modo a obter deles o seu melhor desempenho.

Enfim, um professor não-protagonista, que esteja disposto a dizer em relação a seus alunos aquilo que João Batista disse acerca de Jesus: “Importa que eles cresçam e que eu diminua” (João 3:30).

Será que essa visão do papel do aluno e do professor explica por que Antonio Carlos nunca teve grande aceitação na Academia?

Obrigado, Antonio Carlos, por ter sido quem você foi, por ter feito o que fez, por ter dito o que disse.

6 Comentários

  1. Paloma disse:
    Em 31/03/2011 às 21:38

    O problema é que o currículo prescrito não prevê a formação desse “jovem autônomo, solidário e competente”. O currículo atual da escola sequer enxerga quem é esse jovem que nasceu na era digital. A ênfase tradicional no ENSINO é absolutamente incompatível com o protagonismo do aluno. Nessa concepção, o que importa é o professor dar conta do conteúdo que tem de ser transmitido…

    O curioso é que não apenas os PCN, de quase 15 anos atrás, mas também instrumentos atuais e relevantes no cenário da educação brasileira, como o ENEM, já propõem uma nova abordagem, valorizando a formação desse cidadão emancipado, consciente, crítico, ativo, participativo, competente. As matrizes de referência do ENEM apontam para uma escola que deveria buscar contribuir para a formação dos jovens não apenas PARA a cidadania, mas EM cidadania.

    Resta à escola acordar… Nem mesmo o vestibular está conseguindo sustentar esse modelo ultrapassado de educação. Até ele já está mudando… E a escola? Até quando insistirá na mesmice?

    • Em 01/04/2011 às 08:29

      Paloma:

      Quando conversamos sobre esse assunto ontem pode ter ficado a impressão de que não gosto dos PCN ou dos materiais de apoio do ENEM.

      Não é que não goste. Há coisas, tanto em uns como em outros, de que gosto bastante. Para ficar só nos PCN, a ênfase no desenvolvimento de competências e habilidades, na metodologia de projetos de aprendizagem, na multi-, inter- e transdisciplinaridade, na transversalidade, na contextualização… Tudo isso é muito bom e eu acho fabuloso que o MEC tenha investido nisso — apesar de o MEC não estar entre minhas instituições favoritas… É um passo à frente em relação ao que o MEC pensava e fazia antes.

      O problema com os PCN é que tudo isso vem mesclado com uma visão muito convencional da educação escolar.

      A própria organização dos PCN em volumes disciplinares é um passo atrás.. Em vez de organizar as competências e habilidades de forma mais criativa, cai de volta na sua organização por disciplinas.

      Pior ainda… Apesar de, em muitos lugares, os PCN criticarem a visão conteudista da educação, cai nelas, em muitos outros lugares.

      Pior ainda… Apesar de, em muitos lugares, os PCN propugnarem por uma metodologia de aprendizagem focada em projetos, escorrega para o a metodologia focada no ensino, em muitos outros lugares.

      Enfim. Aquilo que podia ser um claro avanço, acaba dando um passo para a frente, um passo para trás.

      Como disse Miguel Arroyo em O Ofício do Mestre, a parte progressista dos PCN é como se fosse uma bela trepadeira que visa a esconder a feia grade do currículo tradicional (que é implementado pelo ensino e pela instrução — que são tipicamente focados em conteúdos disciplinares). E grades, não nos esqueçamos, foram feitas para prender, não para liberar…

      No material do ENEM, fica-me nítida a mesma impressão. Fala-se em competências e habilidades… Mas muitas delas não passam de conteúdos disciplinares disfarçados por uns verbinhos na frente que, num processo de alquimia, supostamente transformam conteúdos disciplinares em competências e habilidades…

      Também, a despeito de algumas inovações, a organização das competências cheira à matriz disciplinar.

      Por fim, como nos PCN, o ENEM não consegue se livrar dos conteúdos disciplinares…

      Para resumir: não é que eu não goste dos PCN e do ENEM… É que eu esperava mais!

      Obrigado por contribuir.

      Eduardo

    • Em 06/04/2011 às 23:52

      Encontrei uma frase do Marc Prensky, no livro Teaching Digital Natives: Partnering for Real Learning, que é relevante ao nosso assunto aqui e que mostra o que é Protagonismo Juvenil — no pós-escola…

      Vou traduzir da edição original que leio no Kindle:

      “É inevitável que, neste ambiente [do mundo atual, de mudanças rápidas e intensas], essas mudanças finalmente afetassem a educação dos jovens também — e, de fato, têm afetado.

      Mas há aqui um enorme paradoxo para os educadores: o lugar em que as maiores mudanças educacionais têm acontecido não é a escola: é qualquer outro lugar que não a escola. Os mesmos jovens que nós vemos entediados ou quase rebelados em nossas escolas, em geral estão trabalhando duro para aprender depois da escola (expressão que eu uso para cobrir aprendizado informal através dos pares, da Internet, do YouTube, da televisão, dos jogos, dos telefones celulares, e em vários outros ambientes que oferecem oportunidades de aprendizagem, bem como no contexto de programas organizados como os de robótica da First Lego League).

      É depois da escola, e não na escola, que a meninada está aprendendo, uns com os outros, todos os tipos de coisas importantes e verdadeiramente úteis para o seu presente e para o seu futuro.

      Uma enorme quantidade de ferramentas importantes está disponível para eles para esse fim, e essas ferramentas, e o número de jovens que as usa, estão aumentando de número e de potência a cada dia. Os jovens seguem seus interesses e suas paixões, frequentemente se tornando experts no processo”.

      Eduardo Chaves

  2. Em 01/04/2011 às 08:03

    Complementando o meu artigo sobre o Antonio Carlos, transcrevo um artigo dele sobre a Escola Protagonista, publicado no antigo caderno Sinapse, em 2003 — quase oito anos atrás. Ele mostra como deve ser uma escola centrada nos alunos que tem alunos protagonistas.

    Há material aqui que é de importância também para os interessados em Educação e Tecnologia.

    ———-

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u508.shtml

    29/07/2003

    Mudar o conteúdo, o método e a gestão

    Antonio Carlos Gomes da Costa

    especial para a Folha de S.Paulo

    Certa vez, visitei uma escola que se pretendia moderna e arrojada. O prédio era todo cabeado. Em vez de livros, cadernos, lápis, caneta e borracha, os alunos portavam laptops. Na sala de aula, o professor, em sua mesa, também dispunha de um computador. E, à medida que falava em tom coloquial, sua voz ecoava pelo ambiente. Na sua lapela, um minúsculo e poderoso microfone permitia-lhe atingir mais de cem alunos sem forçar as cordas vocais. Atrás e um pouco acima de sua mesa, num telão azulado, frases e imagens iam se sobrepondo na sequência de sua exposição.

    A pessoa que me pôs em contato com essa cena “futurista” observava, atenta, a minha reação. E seu espanto foi grande com meu pouco entusiasmo diante de tantas maravilhas pós-industriais. De pronto, observei que estávamos diante de um cenário onde o avanço tecnológico se colocava a serviço do atraso pedagógico. Aquilo era uma aula expositiva no sentido mais puro do termo.

    Penso que essa observação não agradou muito, pois nunca mais fui chamado para retornar àquele enclave de “modernidade” na paisagem costumeira de nossa educação, tão defasada em relação àquela praticada nos países que já deram certo.

    “Qual seria, então, a escola do futuro?”, passei a indagar-me. Em minha visão, seria uma escola inteiramente renovada em conteúdo, método e gestão. Uma escola e três revoluções.

    A revolução de conteúdo responderia por profundas mudanças no que se ensina e no que se aprende. A revolução de método reinventaria inteiramente o como aprender e ensinar. E, finalmente, a revolução de gestão subverteria o uso do espaço, do tempo, das relações entre as pessoas e do uso dos recursos físicos, técnicos e materiais disponíveis.

    Em termos de conteúdo, essa escola, muito mais do que interdisciplinar, seria interdimensional. As diversas dimensões co-constitutivas do ser humano: o logos (razão), o pathos (sentimento), o eros (corporeidade) e o mythos (espiritualidade) nela seriam trabalhados de forma equilibrada e harmônica. O esporte, as artes e o ensino religioso teriam peso idêntico ao das ciências, das línguas e da matemática.

    No que diz respeito ao método, essa escola praticaria, no dia-a-dia, uma nova visão de homem, de mundo e de conhecimento. Uma visão de homem capaz de fazer do educando não um mero receptáculo, mas uma fonte de iniciativa, compromisso e liberdade. Uma visão de mundo que o impulsionasse a relacionar-se com a família, com a comunidade, com a cidade e, virtualmente, com o país e com o mundo. Em termos de conhecimento, teríamos uma escola em que todos estariam voltados a aprender o aprender (autodidatismo), ensinar o ensinar (didatismo) e conhecer o conhecer (construção de conhecimentos).

    Porém, a maior das revoluções dessa escola do futuro se daria em termos de gestão. Sua marca registrada: uma ruptura total com a sala de aula (como espaço) e a turma (como escala). O novo espaço, um grande salão sem paredes internas com mesas redondas de doze lugares. Onze para os alunos (um time) e um para o docente (um técnico). O time, e não a turma, seria a unidade básica da organização escolar. Os alunos, em vez de livros didáticos predeterminados, teriam em mãos guias de aprendizagem e recorreriam a terminais de computador, bibliotecas, videotecas e hemerotecas para percorrer com êxito o itinerário formativo traçado no guia de aprendizagem. Os professores/consultores orientariam e apoiariam, acompanhando o trabalho do grupo e introduzindo os ajustes necessários ao alcance pleno dos objetivos.

    Nessa escola, os jovens seriam protagonistas, mas o protagonismo não se limitaria a eles. Eles estariam cercados de professores, pais, gestores escolares e lideranças comunitárias, cada um assumindo seu próprio papel de ator protagônico nessa escola, que participa da vida da comunidade, e dessa comunidade, que participa da vida da escola.

    A escola protagonista é a escola necessária para que cada jovem possa desenvolver, em sua trajetória biográfica, as promessas que trouxe consigo ao vir a este mundo e, igualmente, a escola que o Brasil necessita e requer para responder pró-ativamente aos imensos desafios que a história nos coloca.

    ———-

    O mineiro Antonio Carlos Gomes da Costa, 54, é pedagogo, passou pela administração da Febem, de Ouro Preto e do Estado de Minas Gerais, foi oficial de projetos do Unicef e da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Trabalhou como perito no Comitê dos Direitos da Criança da ONU, em Genebra (Suíça) e participou, no Brasil, do grupo de redação do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

    Eduardo Chaves

  3. Mary Grace disse:
    Em 01/04/2011 às 17:45

    Excelente artigo e discussão!

    Concordo plenamente e até diria que o maior problema pode estar na dificuldade em dividir o palco com os alunos. Penso que essa é mais uma questão atitudinal do professor do que relacionada aos conhecimentos e habilidades relativos a profissão. Talvez seja muito mais necessário, como formadores, pensarmos em formações que contribuam com essa mudança de atitude que valorize mais o protagonismo juvenil e ao mesmo tempo mostre ao professor que o mérito dele poderá ser ainda maior caso consiga atuar dessa forma, isso sem contar que pode ser praticamente impossível obter sucesso tentando ser o “detentor do conhecimento”.

    Com relação aos PCN, pontuados pela Paloma e mesmo diretrizes do MEC, penso que o currículo escrito muitas vezes pode até ser focado em aprendizagem… praticamente todas as escolas que conheço afirmam ter os PCN como referência e de fato eu o considero um avanço em vários aspectos. Porém, quantas, minimamente conseguem colocá-lo em prática?

    bjs

    Mary Grace

  4. Mary Grace disse:
    Em 01/04/2011 às 17:51

    Oi Eduardo,

    Penso que realmente o PCN tem seus avanços e talvez mereça atenção em vários aspectos, porém há que se considerar que além de ter sido escrito há mais de 10 anos, está difícil conseguir uma prática inovadora considerando minimamente referenciais importantes que estão lá.

    Talvez fosse muito drástica uma mudança radical, excluindo por exemplo as disciplinas. A aceitação por parte das escolas seria ainda mais complicada também…

    Considero este material um importante documento de transição… porém essa transição é que está muito lenta. Talvez pudessem ser desenvolvidos 2 materiais distintos: o outro completamente inovador e que poderia ser testado inicialmente pelas escolas que realmente tivessem interesse e aí sim, pelo exemplo dessas escolas poderíamos ganhar mais adesão.

    Ainda que eu tenha uma concepção diferente, fico preocupada também com a ideia do MEC ditar uma única linha pedagógica, mesmo que tenha o título de “parâmetros” .

    bjs

    Mary Grace

2 Trackbacks

  1. [...] O Antonio Carlos fiquei conhecendo ao me envolver com o Instituto Ayrton Senna, no ano 2000. Ele foi o principal responsável pela construção do referencial teórico do Instituto: a noção de educação para o desenvolvimento humano. Foi também o grande introdutor no Brasil do conceito de protagonismo juvenil, que eu discuti no segundo artigo desta série: Educação centrada no aluno. [...]

Comentar

Seu email nunca será publicado ou distribuído. Campos obrigatórios estão marcados com *

*
*

*

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

  • Navegue por categoria

  • Colunistas

  • Tags

  • Parceiros pela educação