Teoria e prática podem, sim, andar juntas. Denise Henrique Mafra inspirou-se em Paulo Freire e, à frente de uma escola estadual, estimulou o engajamento de pais e funcionários em atividades pedagógicas, o que resultou no crescimento de 120% do nível de aprendizagem dos alunos (IDESP). A partir de hoje, ela compartilha com os leitores deste blog a sua experiência.

Por Denise Henrique Mafra*
Em toda forma de relação, seja ela pessoal ou pedagógica, devemos ter como princípio básico o diálogo. É por meio da conversa, do ato de falar e de ouvir, que estimulamos o amadurecimento dos indivíduos e formamos culturas em que o conflito e a contradição são mediatizados coerentemente, por meio do processo de reflexão-intervenção-reflexão.
O diálogo como base da democracia pressupõe uma sociedade participativa, formada por sujeitos críticos e transformadores. Em tese, na democracia não há espaço para a passividade: os cidadãos votam, têm a liberdade de expressão e a igualdade de direitos garantidos por lei – são, portanto, sujeitos ativos. Para cada uma dessas ações, necessitam despir-se de consciências ingênuas e assumirem práticas conscientes.
A minha intenção aqui é pensar, a partir dessas colocações, algumas questões-chave para as escolas de hoje. Será que as práticas e rotinas oferecidas à comunidade dialogam com os princípios de uma gestão democrática? Coloco os seguintes questionamentos:
- Como se dão as relações entre os diversos atores envolvidos no processo aprendizagem-ensino?
- Como pensar no fortalecimento das relações internas nas escolas para que se traduzam em aprendizagem significativa às nossas crianças e jovens?
- É possível falarmos em autonomia no ambiente escolar? Para quem?
- O que é necessário fazer para que haja o desenvolvimento da autonomia de todas as partes envolvidas no processo aprendizagem-ensino?
A resposta a qualquer uma destas questões implica em considerar função direta do gestor uma administração mediadora, preocupada com a captação de recursos, mas também com a intervenção pedagógica e a promoção da participação efetiva e eficaz da comunidade no cotidiano escolar.
A missão é clara, mas está longe de ser simples. O âmbito pedagógico-administrativo não caminha sem a face humana das decisões do gestor: ela é o esqueleto da gestão democrática, o ponto que requer o maior poder de intervenção e sensibilidade, pois manter o nível das relações equilibrado exige o estímulo à participação, transparência e colaboração, para que as relações se deem numa perspectiva de justiça e equidade.
Todas essas ações só poderão ocorrer se estiverem devidamente ligadas a uma coluna cervical, ou melhor, a um Projeto Político Pedagógico estruturante que respeite, valorize e garanta a presença e a participação da comunidade nos assuntos escolares e torne o cotidiano escolar mais produtivo e eficaz do que é hoje, infelizmente, em boa parte das escolas brasileiras.
Ressignificar essa participação para fazer avançar o processo aprendizagem-ensino e estimular o exercício de uma cidadania consciente são, em última instância, contribuições da gestão democrática para a transformação necessária da escola que precisamos e queremos.
Paulo Freire em seu livro Ação cultural para a liberdade e outros escritos (Paz e Terra, 1987) dizia que é necessário realizarmos o possível de hoje para amanhã, em melhores condições, conseguirmos concretizar o que nos é impossível hoje. Oponho-me à ideia do “tudo ou nada” em defesa da premissa de que mesmo sem as condições ideais para a adoção de uma gestão rigorosamente democrática (que implica em mudanças infraestruturais e pedagógicas, quase nunca alcançáveis num primeiro momento) é possível, a partir de ações programadas, fazer avançar diversos elementos que, em conjunto, melhoram a qualidade educacional de um dado contexto escolar.
A minha experiência nesse caminho, traçada entre 2009 e 2012, quando ocupei respectivamente a função de vice-diretora e diretora da Escola Estadual Paulo Nogueira Filho, na Vila Jaguara, em São Paulo, relatarei nos próximos posts que serão publicados aqui. Desde já, sigo ansiosa por ouvir a opinião e as vivências dos educadores-leitores deste blog.
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*Denise Henrique Mafra é pedagoga e historiadora, com MBA em Gestão Escolar (Fundação Lemann/Universidade Anhembi Morumbi). Professora titular da rede pública estadual de São Paulo, atuou entre 2009 e 2012 junto ao grupo gestor da E. E. Paulo Nogueira Filho. Atualmente trabalha na EVESP – Escola Virtual de Programas Educacionais e é colaboradora do Projeto Grandes Educadores do MEC.
27 Comentários
De fato o gestor tem a missão de estruturar o projeto educacional e, os andaimes, diálogo, diálogo e muito mais diálogo para alicerçar a construção de uma comunidade aprendente e democrática!
Rosangela, é verdade! Acredito na ação-reflexão como princípio para se chegar à transformação. E será assumindo nossa posição de sujeitos é que contribuiremos para o surgimento de uma outra realidade. Um grande abraço!!
ESSA É A MINHA IRMÃ… QUANTO ORGULHO, QUANTA ALEGRIA, GRANDE CONQUISTA E É CLARO, COLOCANDO EM PRÁTICA O GRANDE APRENDIZADO, E DE ACORDO COM A PEDAGOGIA SALESIANA: “EDUCAÇÃO É OBRA DO CORAÇÃO!” (DOM BOSCO) FUNDAMENTOU SUA PARCERIA COM A COMUNIDADE OU VICE-VERSA, POIS O AMOR É A ALMA DA EDUCAÇÃO E VALE A PENA ACREDITAR MAIS E MAIS NA GRANDE OBRA QUE O “NOSSO” PAULO FREIRE TANTO BATALHOU PARA QUE SEJAMOS FIÉIS E REALMENTE POSSAMOS SER AGENTES TRANSFORMADORES, AQUI E AGORA, E VIVER PARA UM MUNDO MELHOR E CADA VEZ MAIS CADA VEZ PLANTANDO UMA NOVA MENSAGEM DE PAZ E DE CARINHO A TODOS OS NOSSOS EDUCANDOS. SEU MANO PAULO CELSO
Paulo, mano velho, o mundo melhor que acreditamos ser possível passa pela transformação de uma série de contextos. Educadores que, como você, investem no capital humano, já compreenderam que um deles são as mudanças nas relações dentro da escola. Um forte abraço!!
Achei muito bom você compartilhar essa sua vivencia nesta escola publica,mas fiquei curiosa em saber mas sobre o desenvolvimento do trabalho,será demorado para colocar novas postagens, você ocupava a função de diretora e vice e assim mesmo conseguiu desenvolver este brilhante trabalho.Parabéns!
Olá, Maria Helena! É muito bom poder falar sobre essa experiência. Pretendo em breve colocar novo post com mais algumas considerações acerca do olhar do gestor. Nesse primeiro momento apontei algumas características que devem ser consideradas por quem assume essa posição. O diálogo foi fundamental como instrumento na condução dos diversos conflitos enfrentados por nossa equipe ao assumirmos a direção escolar. O primeiro passo dado por nós foi o de transformar as relações no interior da escola além do estímulo à aproximação com a comunidade. Os autores Ernesto Treviño, Héctor Valdés, Mauricio Castro, Roy Costillas, Carlos Pardo y Francisca Donoso Rivas responsáveis pelo livro-relatório “Factores asociados al logro cognitivo de los estudiantes de América Latina y el Caribe” destacam que “o clima escolar e a gestão do diretor são elementos essenciais para explicar uma melhora na aprendizagem, seguidos pela satisfação e o desempenho dos docentes” (pág. 107).
Maria Helena, você concorda com essa afirmação? Nos conte um pouco de sua experiência. Um abraço!
Agradeço por seus apontamentos e por dispor deste espaço para compartilhar essa sua experiencia.Abrindo o link sobre o Idesp que voce deixou para consulta,percebi que o indice estabelecido para o ano de 2011 não foi atingido,a que voce atrela esta queda,ja que é possivel perceber que nos anos anteriores atingiram e como colocou resultou em um aumento de 120% na aprendizagem dos alunos.
Minha experiencia ainda é inicial ,faz pouco tempo que estou na rede como professora e fico buscando na internet meios de aprender e achei este blog interessante,vem bem de encontro com o novo perfil da educação.
Em uma fala coloca a seguinte frase” O diálogo foi fundamental como instrumento na condução dos diversos conflitos enfrentados por nossa equipe ao assumirmos a direção escolar”essa equipe era formada por quantas pessoas e cada uma delas assumia um papel especifico?
Espero poder aprender muito aqui,agradeço sua atenção para com as minhas dúvidas.Abraços
Maria Helena!
Antes de tudo, obrigada por suas considerações e questões. Elas ajudam a esclarecer o contexto desta experiência que, como qualquer outra, pelo caráter humano, não foi algo que ocorreu no campo ideal, de forma linear, sem conflitos. Ao contrário, por se tratar de uma experiência concreta, resultou de esforço contínuo de trabalho, superação e também frustrações.
O ano de 2011 na escola foi atípico dentro do período que estive lá.
Perceba que sempre falo muito em equipe. Pois bem, naquele ano, estive, por um longo período, sozinha. Devido a afastamentos por motivos de saúde (tanto dentro do grupo gestor quanto de funcionários), a escola enfrentou seu desafio de conseguir se sustentar com falhas/ausências importantes em seu alicerce (equipe). Ficamos sem vice-diretor, o professor coordenador entrou em licença médica, a merendeira e agente de organização escolar também tiraram licença. Tínhamos apenas uma pessoa em cada função. Em um cálculo que faço agora, ficamos, aproximadamente, considerando as ausências durante todo o ano, cerca de um semestre com a equipe desfalcada.
Nesse contexto, as ações exigiam muito mais e, infelizmente, o trabalho de formação dos professores ficou aquém do que planejamos. Para citar um exemplo, o “Programa Letra e Vida”, que exige um acompanhamento semanal do coordenador (ausente por tratamento médico), teve sérios problemas, que eu não podia resolver, já que tinha que me dividir em outras tarefas de caráter mais urgente do cotidiano que, normalmente, não eram de minha atribuição. Ele não aconteceu como deveria. Devido a isso, o acompanhamento da rotina de sala de aula, que é tão importante quanto a própria aula, não teve a mesma sistemática dos anos anteriores. Sem tais intervenções pedagógicas, o processo aprendizagem-ensino não avançou da maneira que havíamos planejado. Nosso objetivo, no ano de 2011, era fazer crescer o índice de alunos do modo adequado para o avançado (conceito do Idesp), pois verificamos que era onde devíamos centrar esforços. Sabíamos que se não crescêssemos ali, não haveria condições de alcançar a meta do ano, pois ela se dá por meio da soma do fluxo escolar (absenteísmo, cargos vagos etc.) com a nota Saresp. Em nosso caso, os valores do avançado subiram, mas também subiram no modo básico e ficamos a 0,6 pontos de atingir a meta traçada. Ou seja, nossos esforços mostraram resultados, mas ainda aquém do necessário, embora não tenha caído significativamente, a aprendizagem dos alunos. Portanto, como já ressaltei, o trabalho da gestão não se faz sem equipe. São vários os atores responsáveis pelo processo aprendizagem-ensino no interior escolar.
A equipe gestora frente à escola estadual conta com professor coordenador, vice-diretor, diretor e o acompanhamento do supervisor de ensino. Portanto, dentro da escola temos três atores diretos de gestão. A coordenação responde pela formação e acompanhamento pedagógico, o vice-diretor atende a comunidade e é o braço direito do diretor que, por sua vez, deve responder por todas as dimensões da escola (administrativa, pedagógica etc.) que se dá, entre outras coisas, pelo controle das verbas, condução da Associação de Pais e Mestres (APM) e Conselho de Escola, relatórios e atas dessas reuniões, responder às demandas da Diretoria Regional de Ensino e Secretaria da Educação, solicitação e acompanhamento de obras, atendimento dos casos com a comunidade etc. Em diversos momentos, esses papéis se misturam. No caso de nossa equipe, eu acompanhava uma vez por semana a formação dos professores e reuniões especiais (dia do Saresp, conselho de classe série, parada pedagógica etc.)
Como se vê aquela unidade de ensino não é diferente de nenhuma escola da rede pública estadual. O que pode fazer a diferença é a postura frente aos desafios que, com certeza, se apresentarão. No meu caso, o que me auxiliou e muito foram as referências freirianas, entre outras leituras. De fato, mais uma vez, a realidade me mostrou que unir teoria e prática, que é o exercício da práxis, é a melhor forma de aprendizagem.
Abraço,
Boa noite,mais uma vez agradeço sua atenção e espero que não esteja lhe incomodando com tantos questionamentos,mas quando estamos em fase de evolução temos sede de conhecimento e buscamos a cada dia melhorar nossa prática em sala e no contexto escolar.Por tudo que você escreveu consegui observar que a equipe gestora faz toda uma diferença na instituição,percebo isso no dia a dia ouvindo relatos e por algumas experiencias onde a coordenadora pedagógica não era atuante. Esse “Programa Letra e Vida” que você menciona ter semanalmente seria igual ao Ler e Escrever,este participo na escola uma vez por semana,o Letra e Vida não é do meu conhecimento,mas foi bom coloca-lo para que eu possa saber mais sobre ele na escola.
Percebi que o desfalque na equipe acabou trazendo a escola diversos problemas ,os quais se viu sozinha para resolver e buscar soluções ,mas isso contudo mostra que tinha então uma equipe eficiente que trabalha em prol da melhoria da qualidade de ensino e que infelizmente diante do afastamento médico do professor coordenador abriu se uma brecha pelo que entendo e me corrija se estou errada por favor,mas ele é o canal direto com os professores e infelizmente este canal não conseguiu ser preenchido mesmo você buscando alternativas,imagino o quanto não deve ter sido difícil,por mais que toda a decisão esteja na mão do gestor,deve se ter um consenso entre a equipe para que o grupo de professores também possa ser uma extensão harmônica e desta forma ter motivação para trabalhar ,já que se vê com um papel atuante dentro da instituição.Espero me tornar uma pessoa melhor no que se refere em entender a educação ,quem sabe assim la na frente almejo um cargo diferente e possa aplicar oque estou aprendendo aqui e dividir com você as alegrias dos resultados positivos.Tenha um bom domingo.
Maria Helena, o nome do programa, de fato, é “Ler e Escrever”. Acabei me referindo ao programa de formação existente no início dos anos 2000 que deu origem ao atual. Isso demonstra há quanto tempo estou na rede, não é? (rsrs). E sobre incomodar, de maneira alguma, esse espaço aqui é para essa oportunidade de dialogar.
Sua análise está correta. O coordenador é um elo fundamental e sem a atuação dele todo o trabalho pedagógico fica comprometido, pois, dificilmente, outra pessoa alcançará a cumplicidade que ele tem com os professores. No caso da professora que ocupava a função, infelizmente, ela se adoentou e foi necessário seu afastamento.
A condução ao consenso, citada por você, nos remete novamente ao diálogo. Intermediar as relações no interior de qualquer instituição é um trabalho árduo e não seria diferente dentro de uma escola. Ali o gestor, responsável que deve ser pelo andamento geral da escola, é uma pessoa fundamental e deve se dispor ao conjunto, interagindo, convergindo e utilizando de todos os instrumentos para garantir a força motivacional do grupo-escola. Mas, sozinho, ele não atingirá esse objetivo.
Maria Helena, estou há 25 anos na Rede Pública Estadual e, desde 1998, decidi que, para me tornar uma boa profissional, deveria buscar fundamentos para a minha prática. Não poderia seguir se não investisse em uma formação continuada que se revertesse em bons resultados para minha atuação. Em 2000, passei a coordenadora em uma escola de Ciclo II e Ensino Médio e tive uma intensa experiência que me conduziu ao trabalho junto ao Núcleo Pedagógico da Diretoria Regional de Ensino de 2003 a 2006. Mesmo ali, eu me questionava até onde estava auxiliando à Educação que tanto defendo. Foi por esta razão que retornei ao banco da universidade para cursar pedagogia (minha primeira graduação foi em História). Em 2009, tive a oportunidade de atuar junto à equipe gestora daquela escola de que estamos dialogando. Digo tudo isto, para, respondendo à sua questão, estimulá-la e dizer que são pessoas com esse grau de compromisso que você demonstra nesses posts que já estão fazendo a diferença frente às unidades escolares. E isto não ocorre apenas em nosso Estado, mas, em graus distintos, em todo o Brasil. Tenho certeza que em breve compartilharemos sim os bons resultados de suas experiências pedagógicas.
bom dia,
Entrei por acaso nesse blog, gostei muito ,pois assim posso tirar muitas duvidas…Parabéns denise.
Erica
Érica, obrigada por sua participação. Esse espaço é para que possamos, através da interação, dividir experiências.
BOM DIA ,ESTAVA PASSANDO PELA NET E ENCONTREI ESSE BLOG, COMEÇEI A LER O CONTEUDO E PERCEBI QUE VOCÊ ,TEM UM OTIMO CONHECIMENTO SOBRE O TRABALHO E FILOSOFIA DE GRANDES AUTORES RELACIONANADOS A EDUCAÇÃO.
SOU PROFESSOR DE ENSINO BASICO E ESTOU SEMPRE PRESTADO CONCURSOS PUBLICOS E COMO NÃO TENHO MUITO TEMPO PRA LER SOBRE ESSES AUTORES, ACABO ME DANDO MAL NAS PEGUNTAS DAS PROVAS RELACIONADAS A ELES ,ACHEI QUE PODERIA TROCAR INFOMAÇÕES COM VOCE NAS EPOCAS DE CONCURSO E SE NÃO FOSSE INCOMODO PRA VOCE ME DAR UMA SINTESE SOBRE ELES ,ESPERO SUA COLABORAÇÃO E VEJO QUE VOCE FEZ UM OTIMO TRABALHO DIANTE DA DIREÇÃO DESSA ESCOLA CITADA ACIMA PARABENS ,ATE BREVE E MANTEREI CONTATO COM VOCE ABRAÇOS DENISE.
Fernando, obrigada por suas considerações. Precisamos mesmo sempre referenciar nossa prática. Isso só favorece o trabalho em sala de aula e altera consideravelmente nosso olhar sobre o cotidiano escolar. Indico para sua leitura uma edição especial da Revista Escola – Grande Pensadores – http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/022.shtml
Boa leitura!!
Boa noite,sabe a cada dia fico querendo saber mais desta experiência nesta escola,pena que nem todos os dias tenho tempo de vir aqui colocar as curiosidades que as vezes me veem frente alguma situação dentro da escola,de como seria nesta que você usa como referencia.
Estive pensando e vou me programar para conhecer esta escola depois das férias,serão 30 dias de descanso ,melhor aproveitar e em agosto quando todos estarão de volta pretendo ir conhecer um pouco mais de perto essa instituição,mesmo hoje em dia sendo outra diretora, acredito que os alicerces permaneceram e só tiveram que dar sustentabilidade ao que ficou e ir aprimorando dia a dia,estou vendo com mais algumas professoras se querem também ir ,afinal é uma chance de melhorarmos o nosso local de trabalho e como dizem “nada se cria tudo se copia” rsrs,quem sabe conseguiremos fazer essa mudança.Moro na região de Osasco e pela pesquisa que fiz na net a escola não é longe e nem de difícil acesso.Agradeço mais uma vez a você por estar dividindo essa preciosidade com todos aqui e quem sabe os amigos acima também não queiram aproveitar a oportunidade de também conhecer esta escola ,tudo que nos trás progresso precisa ser apreciado e valorizado,só assim conseguiremos aos poucos transformar a educação.As colegas professoras agora nas férias também lhe farão visitas aqui, já fiz propaganda desta sua página rsrs.Abraços e bom final de semana.
Boa tarde Denise você esta bem?Afinal não fez novos post e nem fez nenhuma colocação a minha ideia citada por último,espero que o motivo seja por estar ocupada demais com novos comentários e fazendo novas postagens pra colocar aqui,afinal a cada dia que ligo meu PC venho aqui pra saber as novas,nem os amigos acima fizeram mais citações,pretendo também aprender com os seus visitantes.Desejo a você uma ótima semana.Abraços.
Prezada, Maria Helena.
Gostaria de indicar o site do Instituto Paulo Freire em que poderá conseguir mais informações acerca da gestão baseada em princípios freirianos, nosso foco de discussão nesse artigo. Lá você poderá acessar experiências que são compartilhadas pelos projetos daquela instituição: http://www.paulofreire.org.
Boa noite,Denise entrei nesta instituição que me indicou e li sobre o que me aconselhou,agradeço sua atenção em colocar esse material para reflexão e busca de experiencias que deram certo.Gostaria de saber se não vai colocar mais posts desta experiencia na escola citada,ela vem de encontro a escola que estou lecionando,já que o trio gestor é novo e se interessou pelos relatos que fiz a respeito desta sua experiencia,o quanto conseguiu avançar.Fico na espera ansiosa de novos relatos.Agradeço mais uma vez sua atenção comigo.Abraços.
Olá, Maria Helena! Obrigado pelo retorno – é ótimo saber que as experiências aqui relatadas têm apoiado a sua prática pedagógica. A respeito dos artigos seguintes: cada seção do nosso blog funciona em rodízio dos articulistas; procuramos pluralizar ideias e iniciativas, por isso damos “voz” a diversos colaboradores. O próximo artigo da Denise sairá em breve, sim. Nós a avisaremos por e-mail, fique tranquila!
Um abraço e volte sempre.
Agradeço muito a atenção de vocês por me responderem e esclarecer as minhas dúvidas.Abraço
Gostaria de uma informação se haverá mais postagens ou não referentes ao assunto iniciado neste blog,entendendo que exista um rodizio de articulistas,mas o último comentário respondido foi em 02 de julho,depois disso fiz novos questionamentos e nenhum foi respondido e outros estão aguardando moderação.Peço por gentileza que me respondam se esse blog terá continuidade,entendo que a existência dele é para trocas de experiencias,aprendizagem enfim para refletirmos sobre a nossa educação.Agradeço a atenção da editora.Abraço.
Olá, professora Maria Helena,
registramos este como o último comentário relativo a este post (datado de 3/9). Mas, respondendo à sua pergunta, informamos que publicaremos nesta semana a continuidade da série de Denise Henrique Mafra, ok?
Muito obrigado pelo comentário e pela visita!
Ok muito obrigada pela informação e pela atenção prestada de todos da editora.abraços
Boa noite gostaria de uma posição de vocês referente a este blog ,entendo sobre o tempo,a diversidade de assuntos que precisam ser desenvolvidos,mas foi colocado por vocês uma data para novas publicações e já iniciamos o mês de outubro e a página continua da mesma forma ,assuntos ainda aguardando moderação,desculpe,mas vejo esse tratamento como descaso com o leitor que se propõe a compartilhar novas experiencias,desafios,aprendizagens…Aguardo novas postagens ou esclarecimentos,agradeço mais uma vez a atenção dispensada.
Bom dia , Denise!
Voltei a esse blog para dizer que já adquiri as revistas que você me indicou, para consulta nos concursos públicos, obrigado pela dica.
Aproveitei para ver as novas postagens suas neste blog, e percebi o desejo da colega de profissão Maria Helena em conhecer as escola que você trabalhou e gostaria de fazer parte dessa visita a escola que você dirigiu.
Não sei como, porque moro na zona sul e fico um pouco afastado da região, aonde fica a escola Paulo Nogueira Filho, mais vou tentar entrar em contato com a Maria Helena e quem sabe você não pudesse nos acompanhar ,claro pedindo autorização para atual diretora visitar a escola ,é pricipalemnte se você tivesse tempo disponível para acompanhar-nos nesta possível visita ,mas se não puder sem problemas já que estou vendo que você provavelmente tem uma agenda cheia, lendo suas qualificações e sua bagagem profissional.
Mas tudo bem estou apenas cogitando uma hipótese,já que comentei com a direção da minha escola, que se formou um trio gestor esse ano e que também tem anseio por informações de gestões bem sucedidas.
Obrigado pela atenção sua e da editora que abre campo para profissionais que nem você divulgar seus trabalhos com excelentes resultados na área da educação tão debilitada no nosso país.
Bom fim de semana….
Olá Fernando gostei que minha ideia acabou contagiando mais alguns blogueiros kkk,mas como colocou acima podemos sim combinarmos a visita a esta instituição,eu moro mais próximo dela,já você distante,mas tudo vai de combinarmos,afinal tudo que possa vir a nos ajudar na educação que estamos vivendo hoje dentro das escolas é válido não é mesmo?Abraço.
Gostaria de parabenizar a professora Denise pelo excelente conteúdo que esta nesta página e que brevemente possa compartilhar mais dele.